Bilros

A renda de bilros é produzida pelo cruzamento sucessivo ou entremeado de fios têxteis, executado sobre o pique e com a ajuda de alfinetes e dos bilros. O pique é um cartão, normalmente pintado da cor açafrão para facilitar a visão por parte da rendilheira, onde se decalcou um desenho, feito por especialistas. É realizada sobre uma almofada (Brasil) dura, o rebolo (nome dado à almofada em Portugal), cilindro de pano grosso, cheio com palha ou algodão, cujas dimensões dependem da dimensão da peça a realizar, coberto exteriormente por um saco de tecido mais fino.

A almofada fica sobre um suporte de madeira, ajustável, de forma a ficar à altura do trabalho da rendilheira. No rebolo, é colocado um cartão perfurado, o pique (Portugal) ou pinicado (Brasil), onde se encontra o desenho da renda, feito com pequenos furos. Nos furos da zona do desenho que está a ser realizada, a rendilheira (Portugal) ou rendeira (Brasil) espeta alfinetes, que desloca à medida que o trabalho progride. Os fios são manejados por meio de pequenas peças de madeira torneada (ou de outros materiais, como o osso), os bilros ou Birros (Brasil). Uma das extremidades do bilro tem a forma de pêra ou de esfera, conforme a região. O fio está enrolado na outra extremidade. Os bilros são manejados aos pares pela rendilheira (Portugal) - rendeira (Brasil) que imprime um movimento rotativo e alternado a cada um, orientando-se pelos alfinetes. O número de bilros (birros) utilizado varia conforme a complexidade do desenho.

Rendas da Ilha
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