Evolução Quântica

O livro do Dr. Amit Goswami, O MÉDICO QUÂNTICO, é um tratado difícil de entender por um leigo como eu. No entanto, as partes mais ‘amenas’ da publicação nos revela verdades que a ciência ‘materialista’ nos renega; ou por medo de mudanças de paradigmas ou simplesmente por inaptidão em querer desvendá-las. 

Não estou usando esse espaço (BLOG) profissional para discutir até que ponto as críticas ao Físico Quântico sobre suas ‘inclinações’ místicas são oportunas ou não, mesmo porque me falta competência para fazê-lo. Meu propósito, na realidade, é compartilhar uma dúvida que sempre tive e que o EPÍLOGO da publicação me revelou: Porque minha mente não retém na memória as SUBLIMES experiências que tive nos 6 rituais da Ayahuasca (“ah-ah” criativo)?

Veja a explicação:

Página 280 da 1ª edição 2016 – 8ª reimpressão 2016:

“Mas o que Significa Fazer Mapas do Supramental? 

Para compreender o que significa fazer uma representação física ou mapa do supramental, vamos primeiro analisar como fazemos uma representação do supramental neste estágio mental da nossa evolução. Suponha que você tenha um insight do tipo “ah-ah” criativo sobre o amor, isto é, você dá um salto quântico até o supramental e encontra diretamente o arquétipo do amor. Mas não existe aparato físico no seu corpo para fazer uma memória direta do componente supramental dessa experiência de colapso.

Assim, a mente faz uma memória temporária do supramental, uma representação mental. Há certeza nessa experiência, e assim a sua perspectiva mental de ver o amor muda para sempre. Entretanto, a mente, devido à incerteza quântica, não é capaz de criar uma memória ou representação permanente. Então você cria uma memória cerebral da representação mental, o significado que a mente atribui à sua experiência particular. Mas essa representação, sendo de natureza secundária, será sempre imperfeita.

Assim, os místicos nos recomendam viver as nossas representações cerebrais do transcrito mental da experiência supramental com a esperança de que, se vivermos a nossa experiência, com a prática (a prática leva à perfeição!) aprendemos o arquétipo.”

As explicações não param por aqui. Se você tiver interesse em saber mais, vale a pena adquirir um exemplar. À mim, o que resta, é praticar.

Viva o chá das 5  😉 !